quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Pra China que os pariu!


As chinesas grávidas residentes em Hong-Kong vão ter que parir na rua ou voltar pra onde vieram. É que as maternidades da ex-colônia britânica estão proibidas de atender as mulheres chinesas. Isso está acontecendo porque muitas delas vão para Honk-Kong somente para que seus filhos nasçam com direito à residência permanente, o que lhes assegura assistência médica e vários outros benefícios. Na China, oficialmente, muitas crianças não têm sequer o direito de existir, já que a lei de controle da natalidade estipula que cada família pode ter no máximo um filho.

3 comentários:

divina disse...

Acho que deveria existir uma lei semelhante no Brasil, voltada para menores e pessoas sem condições financeiras adequadas para manterem sequer 01 filho e que as vezes tem 04 ou 05 pequenos futuros miseráveis, colocando as crianças em sinais e ensinando o hábito da mendicância, e acho mais: quem controla se quer ou não ter filhos é exclusivamente a mulher, sendo a responsável direta, muitas deveriam serem condenadas a prestar serviços a comunidade, pois sendo assim, chegariam em casa cansadas e não teriam tanto tempo e disposição para fazerem tantos filhos.

Remo Trajano disse...

divina, discordo de você. Por mais que a situação seja catastrófica, esta não é a solução, afinal gerir e criar seus filhos é um direito humano e impôr este tipo de proibição é uma agressão gravíssima. Deve-se sim tomar alguma atitude em relação aos problemas que você citou, nenhuma medida razoável a meu ver funcionaria a curto prazo, mas a médio e a longo tem uma porção de coisas que podem ser feitas.
Um beijo e obrigado por participar sua opinião.

Cris Chevriet disse...

Bem, a Divina tem toda razão para que as pessoas pudessem pelo menos optar com segurança, ter ou não ter, ou parar de ter filhos depois de uma leva. Deveria ser oferecido às mulheres carentes a ligadura em hospitais publicos como medida drastica à situação hoje de calamidade pública. A montagem de postos nas comunidades carentes - e intinerantes - para a laqueadura ou a vasectomia. É opção urgente urgentissima tendo em vista que os medicos hj, conscientes da situação e aflitos, não podem tomar fazer nada a respeito e os que fazem cobram dessas pessoas que não têm o básico. Seria democratico e humano que houvesse este movimento, divulgação e conscientização, para que mesmo adolescentes que já estão com 2 , 3, filhos fossem incentivadas a fazê-lo. Crime maior é a negligencia de deixar a situação evoluir. Não há politica publica de educação, pastoral do menor, ou qualquer outro paliativo cheio de boa intenção que acompanhe a rapidez do nascimento de crianças desvalidas e em desvantagem total.Parece extremista porém é uma medida justa.
Eu fiz a laqueadura com 27 anos, depois de dois filhos planejados e o terceira nascida do DIU. Considerando idade / fertilidade e o acaso poderia ter ainda mais uns 2 ou 3 filhotes. Não ter filhos é uma decisão acima de tudo saudável.
Saudações...